24 de março de 2013

O Jesus da Superinteressante


Por Leandro Duarte

Chegou às minhas mãos por esses tempos a super interessante revista chamada, pasmem, Superinteressante. A edição era a 312, de dezembro do ano passado, e trazia na capa o suntuoso  e soberbo título: JESUS, A VERDADE POR TRÁS DO MITO.

Não me espantei ao vê-lo, até porque a revista já havia publicado em uma edição anterior outro título que igualmente atacava o cristianismo, mas daquela vez era sobre a Bíblia e não sobre Jesus. Não me espantei porque eles tem até um link no site da Abril que se detém a falar exclusivamente que a Bíblia está errada, que Jesus pode ter sido um ET (!?!?) e que a narração bíblica sobre os filisteus foi deturpada. É apenas mais do mesmo do que vemos na mídia em geral.

Bem, dei uma lida na revista e resolvi publicar aqui: será que os mitos que a Superinteressante fala sobre Jesus são realmente mitos? Vamos analisá-los um a um.


I - Ele não nasceu em Belém, nem no Natal.
Que ele não nasceu no Natal já sabemos. O Natal foi apenas uma data adotada pela Igreja Católica bem depois do início da igreja primitiva e não encontramos relato bíblico de que Jesus tenha nascido no dia 25 do mês 12. Agora falar que ele não nasceu em Belém já é demais. Mateus e Lucas concordam que foi assim. A revista bebe das fontes de John Dominic Crossan para afirmar isso, estudioso caracterizado por ser criticado por inúmeros  outros estudiosos do NT.

6 de março de 2013

Bíblia, a Palavra de Deus. Por que? [Especial]


Por Leandro Duarte

A Bíblia passou por incontáveis revisões, edições e adições como alguns dizem? Mike Licona (PhD) nos ajuda nessa questão no vídeo abaixo.

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Volto a colocar aquela citação que usei em outro post:

""Durante dezoito século os incrédulos têm refutado e atacado esse livro e, no entanto, e está hoje firme como uma rocha. Aumenta sua circulação, é mais amado, apreciado e lido do que em qualquer outra época. Com todos os seus violentos ataques, os incrédulos conseguem fazer nesse livro o mesmo que uma pessoa, com um prego para tachinhas, consegue fazer nas pirâmides do Egito. Quando o monarca francês propôs a perseguição aos cristãos em seu território, um idoso estadista e militar lhe disse: 'Majestade, a Igreja de Deus é uma bigorna que tem gasto muitos martelos'. De modo que os martelos dos incrédulos têm, durante séculos, desferidos golpes nesse livro, mas os martelos se gastaram e a bigorna ainda está inteira. Se esse livro não fosse o livro de Deus, os homens teriam-no destruído há muito tempo. Imperadores e papas, reis e sacerdotes, príncipes e governantes, têm todos eles tentado destruí-la. Eles morrem e o livro sobrevive." (H. L. Hastings)