28 de outubro de 2013

22. Cosmovisão (com Warren Smith)


Por Leandro Duarte

Cosmovisão é, de uma forma bem sucinta, um sistema pessoal de idéias e sentimentos acerca do universo e do mundo. Todo mundo tem uma cosmovisão particular, ainda que não saiba disso e talvez esse seja um dos assuntos mais negligenciados pela Igreja contemporânea: como trago minha cosmovisão aos moldes da Palavra de Deus? Quais são os passos a seguir? Confira a resposta no 22º vídeo da série One Minute Apologist abaixo:

23 de outubro de 2013

Deus esteve morto por três dias? - William Lane Craig

Por Leandro Duarte

Ué, se Jesus é Deus, e Jesus esteve morto por três dias, isso implica que Deus esteve morto por três dias!? Não pode ser, até porque todos nós sabemos que Deus é imortal... mas então como resolvemos essa questão? Isso seria um dilema para os cristãos, pois desmontaria a doutrina da deidade e Cristo? De novo, não necessariamente... veja abaixo porquê:

5 de outubro de 2013

Resposta ao canal "ateu informa" - Nascimento do Cristianismo


Por Leandro Duarte

Embora eu já tenha visto muitos ateus falando um monte de besteiras no YouTube, achei um que extrapolou os limites. Já digo de antemão que não sou dono da verdade, mas meu, para um canal que se chama ateuinforma, um pouco de informação verdadeira faria muito bem. Disse informação, não conjecturas ou malabarismos com teorias a fim de tentar destruir qualquer ideia previamente escolhida.

O vídeo em pauta (!?) é o 2º capítulo de uma série intitulada humildemente como "A Maior Farsa da Humanidade" referindo-se ao Cristianismo. A proposta, não menos humilde, é que ele pode (e vai) provar que a Bíblia definitivamente não é a Palavra de Deus. Ah Leandro, mais um? Pois é, mais um..Eis aí:

23 de setembro de 2013

Li: Evidência que Exige um Veredito

"Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo" (II Pe 3:18)

Por Leandro Duarte

Antes de começar a falar do livro, confesso que quase desisti de lê-lo no meio do caminho. Não porque ele estava chato ou cansativo, mas por causa do excesso de informações reunidas na obra.

Josh McDowell foi um daqueles juízes linha-dura que exigem muitas evidências para enfim apresentar o devido veredito. E este foi, de fato, dado - tanto que no fim do livro, o autor descreve seu processo de conversão para o cristianismo.

Aí você já sabe: pra comprar clica aí em cima.
Bem, já digo de antemão que, por ser uma obra séria de apologética, em todas as três partes do livro encontramos dezenas de citações de diversos autores, cristãos ou não, acerca dos principais assuntos: A Bíblia (é confiável?), Jesus (é Deus?) e Deus (muda as pessoas?).

Na primeira parte: "A Bíblia", convenientemente escolhida por ser o pilar de todo ensinamento cristão e fonte das ações e da vida de Cristo, Josh apresenta com uma linguagem clara como ela foi preparada, porque é tão singular, fala um pouco sobre o cânon e, o que mais me chamou a atenção, apresenta resposta à diversos questionamentos levantados contra a credibilidade dela.

Na segunda, a melhor parte do livro a começar pelo título: "Se Jesus não era Deus, então merecia o prêmio de melhor ator", o autor começa de uma forma diferente: pela história! Jesus foi um homem da história e ele prova porquê. Um destaque para o nono capítulo que apresenta as profecias do Antigo Testamento que foram cumpridas em Jesus. Excelente material!

A terceira parte trata de diversos testemunhos de conversão a Cristo, desde a de um fazendeiro até a de um satanista, além de (outra estrela pro livro) céticos que se tornaram cristãos e até C. S. Lewis aparece aqui!

Bem, vale ressaltar também um ponto ruim: o excesso de citações de outros autores e, proporcionalmente, poucas palavras do próprio McDowell. Isso não é de todo um ponto negativo, mas influencia para alguns leitores. Em suma, vale a pena a leitura.

30 de agosto de 2013

8 argumentos contra o Naturalismo

por Leandro Duarte


Essa postagem tem um caráter mais filosófico, portanto se quiser ficar mais inteligente, dá uma lida! Se não quiser, dá uma lida mesmo assim! :B

Naturalismo é aquela ideia ou crença contrária a tudo que é espiritual ou sobrenatural. É um conjunto de premissas filosóficas que afirmam que apenas as leis e as forças naturais operam no mundo. Em extensão, é a ideia ou crença de que nada existe além do natural. Um dos principais expoentes dessa corrente filosófica foi o escocês David Hume (o cara que está com os olhos arregalados na imagem acima).

20 de agosto de 2013

Calculando a probabilidade da existência de Deus (William Lane Craig)

Traduzido por 
Leandro Duarte

Dr. Craig, sou um leitor de longa data, minha esposa e eu pessoalmente adoramos seu livro "Em Guarda" e meus filhos gostam da série "What is God Like". Minha entediante pergunta nasceu de uma frustrante conversa com um colega ateísta. Ela definitivamente afeta outros ao meu redor, e inclusive a mim, e eu não consigo encontrar nada em seus livros, ou no site, que me ajude a responder à questão de a probabilidade para que Deus exista seja zero.

Ele diz que quando você quer encontrar a probabilidade de um evento ocorrer, simplesmente divide o evento pelo total de todos os eventos. Um exemplo simples seria a da probabilidade de se conseguir 1 ao rolar um dado de seis lados, que no caso seria 1 (o evento que você quer) dividido por 6 (todos os possíveis eventos). Então quando você quer saber a probabilidade de que qualquer deus exista, você simplesmente divide a sua escolha por todos os possíveis outros eventos. Desde que você não tem nenhum prova que indica que qualquer deus é mais provável do que qualquer outro deus, isso te dá um número infinito de possíveis eventos. Então fazendo a probabilidade, você tem 1 dividido por infinito que resulta em zero. Quando questionado que infinito é uma constante incorreta a ser usada ele me respondeu: "Ok, por que o infinito é o número errado a ser usado? Você tem alguma prova para determinado deus que ninguém parece saber? Se não, então como é que nenhum outro deus pode ser igualmente provável? Isso não é ciência profunda, é lógica básica. Como eu não tenho como provar que eles existem, posso criar novos deuses todos os dias. Por definição, quando algo é improvável, possui infinitos conjuntos de casos. Novamente, é apenas lógica básica."

Jason
Estados Unidos

11 de agosto de 2013

21. Legislando a Moralidade (com Frank Turek)


Por Leandro Duarte
convidado especial dessa vez, Frank Turek, nos explica o que de fato é legislar a moralidade.

28 de julho de 2013

Um muçulmano pergunta sobre Jesus (William Lane Craig)

Traduzido por 
Leandro Duarte

Olá Dr. Craig.

Sou muçulmano paquistanês e um estudante em nível elementar na questão de comparar religiões. Tenho algumas dúvidas a respeito da suposta crucificação de Jesus Cristo como retratada nos Evangelhos. (Por favor note que estou apenas fazendo essas perguntas como forma de melhorar meus entendimentos e não pretendo atacar ou denegrir suas crenças. Se encontrar algo ofensivo, já peço desculpas de antemão).

1) Os Evangelhos parecem sugerir que quando as autoridades romanas tentaram prender Jesus, ele os evitou, parecendo que ele não queria ser pego. Agora se a crucificação (e a ressurreição) é o objetivo final da missão de Cristo, então porque ele evitava a autoridade romana? Os Evangelhos parecem sugerir que Cristo não os evitou uma única vez, mas múltiplas. De fato, se bem me lembro, o Evangelho de João sugere que quando Jesus Cristo soube que Judeus e Romanos estavam à sua procura, ele até limitou suas aparições públicas. Por que Jesus fez isso? Jesus não deveria se sentir animado e emocionado quando os primeiros romanos tentaram capturá-lo? Ele não deveria prontamente entregar-se à eles?

2) Para os cristãos, a crucificação e a ressurreição de Cristo representam uma vitória para a humanidade. Então por que os cristãos não consideram pessoas que foram usadas na crucificação de Cristo (Judas Iscariotes e Pôncio Pilatos) como herois da fé cristã? Não vejo estátuas de Judas e de Pôncio Pilatos nas igrejas e me parece que nenhum cristão enaltece essas pessoas. Por quê?

3) Se a crucificação e a ressurreição são o objetivo final do ministério de Cristo então o que exatamente ele fez em seus 3 anos (um longo período) de ministério? Quero dizer, esse tempo não é demasiado longo para alcançar uma tarefa simples como essa?

4) No Evangelho de João existe uma oração atribuída à Jesus, antes de sua suposta crucificação, em que ele diz (estou parafraseando grosseiramente) "...e Jesus Cristo, a quem enviaste. Eu Te glorifiquei na Terra terminando o trabalho que o Senhor me deu". O que significa o "terminando" aqui? Se a crucificação é o objetivo final, como ele poderia ter terminado seu trabalho antes disso?

Me sentirei grato se o senhor puder responder às questões acima. Muito obrigado!

Mohammad
Paquistão

26 de julho de 2013

E os livros apócrifos?


Por Leandro Duarte

Antes que venham as perguntas, já as respondo: apócrifos são aqueles livros (Tobias, Judite, I e II Macabeus, Baruc, Sabedoria, Eclesiástico e a Epístola de Jeremias) e acréscimos (aos livros de Daniel e  Ester) não aceitos no cânon original do Antigo Testamento. Foram incluídos em 8 de Abril de 1546 no polêmico Concílio de Trento pela Igreja Católica para apoiar os dogmas que não tinham respaldo bíblico,  e que estavam sendo alvo das críticas de Martinho Lutero.

Lutero era monge católico e, em virtude principalmente de um profundo estudo da carta de Paulo aos Romanos, viu que muitos dogmas da Igreja Católica não estavam de acordo com a Palavra de Deus. Uma das respostas da Igreja foi a inserção desses livros, que seriam usados posteriormente contra os ataques da Reforma Protestante.

Mas onde esses livros erram?

9 de julho de 2013

20. Deus existe? (com Ken Boa) - One Minute Apologist


Por Leandro Duarte
Dessa vez foi direto na ferida. Bobby Conway, o apresentador, perguntou para o doutor Ken Boa o que ele falaria se tivesse 60 segundos à uma pessoa que lhe perguntasse se Deus existe. Confira!

4 de julho de 2013

Li: Cristianismo Puro e Simples

"Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego." (Rm 1:16)

C. S. Lewis é C. S. Lewis. Não me surpreenderia se encontrasse este livro na minha estante de favoritos antes mesmo de começar a lê-lo. 

Este livro na verdade, como diz em seu prefácio, é uma transcrição de vários programas de rádio que a BBC de Londres chamou C. S. Lewis para fazer na época da guerra. A ideia era apresentar o Cristianismo tal como ele é, sem puxar sardinha para qualquer denominação: Anglicana (que é a seguida pelo autor), Católica, Metodista ou Presbiteriana. Bem, se você procura um livro que te ajude a reforçar seu ponto de vista presbiteriano por exemplo, leia outro. Este se limita a ficar no denominador comum entre as qua
Clique para comprar o livro
tro acima.

Como um "relutante convertido" do ateísmo, C. S. Lewis nos apresenta o evangelho partindo do ponto que todos os homens possuem uma Lei Moral dentro de si, que os impele (mas não obriga) a fazer aquilo que é o certo e nem sempre aquilo que lhe dá mais prazer, ou mais lucro. Ele chega até o Deus do Cristianismo não a partir do que a Bíblia nos mostra, mas a partir da caminhada que ele percorreu enquanto ateísta. Essa é a primeira parte do livro.

Na segunda parte ele nos apresenta no que acreditam os cristãos, começando com as concorrentes visões sobre Deus, até nos mostrar que todos precisamos de um Salvador - e porque esse Salvador também precisava ser plenamente homem e plenamente Deus. Na terceira e quarta partes ele se aprofunda na vida cristã e na doutrina da Trindade.

O livro é de leitura bem fácil - há momentos que parece que o autor está conversando com você, é recheado de exemplos que reforçam como o Cristianismo é mais concernente com o que vivemos no mundo do que pensamos, e muitas vezes, utiliza de lógicas surpreendentes (mas não monótonas).

Recomendadíssimo para todos - cristãos e, principalmente, não-cristãos!

18 de junho de 2013

19. Cristianismo x Islamismo (com Will Federer) - One Minute Apologist


Por Leandro Duarte

Acho que de todos os vídeos do One Minute Apologist, este foi o mais difícil de traduzir

Primeiro porque trata-se de um tema árabe: o Islamismo, e naturalmente havia palavras do vocabulário muçulmano no meio do caminho. Segundo por causa da duração do vídeo: aproximadamente 6 minutos. E terceiro, somado à tudo isso, por causa da dicção do convidado... mas enfim, ta aí!

Nesse vídeo, Will Federer faz um paralelo muito bacana entre o Cristinismo e o Islamismo. Mais precisamente entre seus maiores líderes: Cristo e Maomé. Confira abaixo, vale muito a pena!

PS.: Devido à algumas palavras serem árabes, possivelmente alguns trechos devem estar traduzidos de forma errada. Mas de forma geral, a ideia dá para ser entendida com clareza. Um exemplo é aos 1:23 de vídeo, quando Will usa uma palavra que não traduzi, e deixei da maneira que entendi: Ebenkital. Se alguém por gentileza souber o que ele disse, deixe nos comentários que será um prazer arrumar a legenda.

30 de maio de 2013

Qual seria uma boa analogia para a Trindade? - William Lane Craig


Por Leandro Duarte


Disponível em: http://reasonablefaith.org
Traduzido por: Forte Fundamento

16 de maio de 2013

18. O Alcorão (com Will Federer) - One Minute Apologist


Por Leandro Duarte

Desta vez Bobby Conway conversa com Will Federer, autor do livro "O que cada americano precisa saber sobre o Alcorão", ainda sem tradução para o português, e ele nos ajuda exatamente nesta questão. 

PS.: Will utiliza a palavra Light como alegoria no vídeo, que possui três significados diferentes: luz, leve (no sentido de peso) e acender (no sentido de avivar o fogo, por exemplo). Na tradução decidi manter o original, mas coloquei entre colchetes o significado que está sendo utilizado pelo entrevistado.


Confira abaixo!

10 de maio de 2013

Nota sobre a tradução da série One Minute Apologist


Os vídeos de número 18 e 19 tratam de temas americanos, que não pertencem ao rol de assuntos do blog e portanto não serão legendados. O vídeo 18 trata da espiritualidade de Oprah Winfrey e o 19 fala sobre a influência do Islamismo na história norte-americana.

Em breve postarei o vídeo 20, mas com a numeração pertinente aos vídeos já postados, sendo portanto o 20º vídeo da série original, mas o 18º da nossa série legendada.

Abraços!

9 de maio de 2013

Jesus é o messias judeu? - Debate entre Dr. Michael Brown e Shmuley Boteach

Por Leandro Duarte
E foi-lhe dado o livro [a Jesus] do profeta Isaías; e, quando abriu o livro, achou o lugar em que estava escrito: O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração, a pregar liberdade aos cativos, E restauração da vista aos cegos, A pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor. E, cerrando o livro, e tornando-o a dar ao ministro, assentou-se; e os olhos de todos na sinagoga estavam fitos nele. Então começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos. (Lucas 4:17-21)

Há clara discordância entre judeus e cristãos neste quesito: Jesus é ou não o messias? Nos vídeos abaixo, temos um debate (dividido em duas partes) exatamente sobre esse assunto.

De um lado, apoiando a posição afirmativa, o professor e doutor Michael Brown, presidente da FIRE School of Ministry e autor de mais de 15 livros, incluindo a trilogia "respondendo as objeções judaicas sobre Jesus". Do outro, o rabino Shmuley Boteach, autor do livro "enfrente seu medo", colunista e um dos mais importantes apresentadores de rádio da América, segundo a Talkers Magazine.

30 de abril de 2013

17. Intolerância (com Greg Koukl) - One Minute Apologist


Por Leandro Duarte

Depois de um tempão sem um vídeo novo da série, estamos de volta (!) com o 17º. Dessa vez quem está conosco é Greg Koukl, e ajuda-nos na questão da intolerância contemporânea. Como podemos responder às pessoas quando somos rotulados de intolerantes? Veja o abaixo:

(Ah, pra quem ainda não viu, tem um post aqui no blog sobre a tolerância também. Aqui ó: Relativizando a Tolerância)

13 de abril de 2013

10 mitos mais comuns sobre a Ressurreição de Jesus












Por Leandro Duarte

Olá pessoal! Estava passeando pelo YouTube e encontrei uma série de 10 vídeos curtos em inglês chamada Os 10 mitos mais comuns sobre a ressurreição de Jesus, e decidi legendá-los!

Como o próprio nome diz, são os 10 mitos mais comuns, que geralmente ateístas utilizam para descredibilizar a ressurreição de Jesus, contidos cada um em um vídeo diferente, explicados e refutados pelo Ph.D em Novo Testamento, dr. Mike Licona

Será um vídeo por dia, durante 10 dias, aqui no blog, nessa mesma postagem (logo, essa postagem será editada 10 vezes). Clique abaixo, em LEIA + para ver os vídeos!

24 de março de 2013

O Jesus da Superinteressante


Por Leandro Duarte

Chegou às minhas mãos por esses tempos a super interessante revista chamada, pasmem, Superinteressante. A edição era a 312, de dezembro do ano passado, e trazia na capa o suntuoso  e soberbo título: JESUS, A VERDADE POR TRÁS DO MITO.

Não me espantei ao vê-lo, até porque a revista já havia publicado em uma edição anterior outro título que igualmente atacava o cristianismo, mas daquela vez era sobre a Bíblia e não sobre Jesus. Não me espantei porque eles tem até um link no site da Abril que se detém a falar exclusivamente que a Bíblia está errada, que Jesus pode ter sido um ET (!?!?) e que a narração bíblica sobre os filisteus foi deturpada. É apenas mais do mesmo do que vemos na mídia em geral.

Bem, dei uma lida na revista e resolvi publicar aqui: será que os mitos que a Superinteressante fala sobre Jesus são realmente mitos? Vamos analisá-los um a um.


I - Ele não nasceu em Belém, nem no Natal.
Que ele não nasceu no Natal já sabemos. O Natal foi apenas uma data adotada pela Igreja Católica bem depois do início da igreja primitiva e não encontramos relato bíblico de que Jesus tenha nascido no dia 25 do mês 12. Agora falar que ele não nasceu em Belém já é demais. Mateus e Lucas concordam que foi assim. A revista bebe das fontes de John Dominic Crossan para afirmar isso, estudioso caracterizado por ser criticado por inúmeros  outros estudiosos do NT.

6 de março de 2013

Bíblia, a Palavra de Deus. Por que? [Especial]


Por Leandro Duarte

A Bíblia passou por incontáveis revisões, edições e adições como alguns dizem? Mike Licona (PhD) nos ajuda nessa questão no vídeo abaixo.

Para ver outras postagens da série Bíblia, a Palavra de Deus, clique aqui e aqui. Ah, e para se inscrever no canal do blog, clique aqui



Volto a colocar aquela citação que usei em outro post:

""Durante dezoito século os incrédulos têm refutado e atacado esse livro e, no entanto, e está hoje firme como uma rocha. Aumenta sua circulação, é mais amado, apreciado e lido do que em qualquer outra época. Com todos os seus violentos ataques, os incrédulos conseguem fazer nesse livro o mesmo que uma pessoa, com um prego para tachinhas, consegue fazer nas pirâmides do Egito. Quando o monarca francês propôs a perseguição aos cristãos em seu território, um idoso estadista e militar lhe disse: 'Majestade, a Igreja de Deus é uma bigorna que tem gasto muitos martelos'. De modo que os martelos dos incrédulos têm, durante séculos, desferidos golpes nesse livro, mas os martelos se gastaram e a bigorna ainda está inteira. Se esse livro não fosse o livro de Deus, os homens teriam-no destruído há muito tempo. Imperadores e papas, reis e sacerdotes, príncipes e governantes, têm todos eles tentado destruí-la. Eles morrem e o livro sobrevive." (H. L. Hastings)

27 de fevereiro de 2013

O Cristianismo é uma cópia das outras religiões? - Mike Licona

"Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis 
ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios." (I Co 10:21)

Por Leandro Duarte

Quantas e quantas vezes já vi essa acusação! Dizem por aí que a história de Jesus é baseada em relatos de deuses pagãos mais antigos. Comparam-no a Mitra, a Hórus, a Dioniso, a Krishna, etc etc etc. Inclusive, até um pseudo-documentário foi criado - e refutado em 3 minutos - alegando bases sólidas para esses argumentos.

2 de fevereiro de 2013

16. Desejo (com Peter Kreeft) - One Minute Apologist



Por Leandro Duarte
Voltando das férias com um vídeo novo (o décimo sexto) da série One Minute Apologist. Neste, contamos com a participação especial do doutor Peter Kreeft, que ajuda-nos a entender como nossos desejos tendem a nos direcionar a Deus. Kreeft também nos mostra quão diferente é a crença budista do cristianismo neste aspecto. Confira!