25 de novembro de 2012

Li: Introdução Bíblica

"Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite ..."
(Josué 1:8)

Por Leandro Duarte

Indispensável. Em Introdução Bíblia Norman Geisler e William Nix abordam e aprofundam (ainda que o título traga a palavra Introdução) a questão da Bíblia. Está inclusive entre os livros acadêmicos da Editora Vida.

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Já no início, os autores abordam o assunto da inspiração dos textos bíblicos, respondendo às seguintes perguntas: O texto é inspirado por Deus ou apenas os homens que escreveram é que o são? Afinal, o que vem a ser a inspiração da Escrituras, citada em II Timóteo 3:16?

Os autores ainda mostram, no decorrer do livro, os fundamentos nos quais estão baseados os cânones do Antigo e do Novo Testamento, segundo o respaldo histórico e a vontade divina, e porque mais nenhum livro pode ser adicionado à eles. E vão além: apresentam a questão dos livros apócrifos, pseudepígrafos e porque os primeiros pais da igreja (ou os profetas do Antigo Testamento) os rejeitaram completamente.

Vale ressaltar também que o livro trata de como os textos originais (chamados autógrafos) foram transmitidos, como podemos ter a certeza de que o texto não foi corrompido ao longo do tempo e quais as traduções feitas, desde a Septuaginta até a bíblia em Português traduzida por João Ferreira de Almeida.

É pertinente apontar também que o livro, por ser de conteúdo puramente acadêmico e dotado de muitas informações, pode se tornar maçante, não pelo assunto, mas pela quantidade de informações. 

Enfim, é uma excelente pedida para aqueles que têm duvidas quanto a veracidade da Bíblia, quanto à sua inspiração e quanto à sua inerrância. Como dito H. L. Hastings:
"Durante dezoito século os incrédulos têm refutado e atacado esse livro e, no entanto, e está hoje firme como uma rocha. Aumenta sua circulação, é mais amado, apreciado e lido do que em qualquer outra época. Com todos os seus violentos ataques, os incrédulos conseguem fazer nesse livro o mesmo que uma pessoa, com um prego para tachinhas, consegue fazer nas pirâmides do Egito. Quando o monarca francês propôs a perseguição aos cristãos em seu território, um idoso estadista e militar lhe disse: 'Majestade, a Igreja de Deus é uma bigorna que tem gasto muitos martelos'. De modo que os martelos dos incrédulos têm, durante séculos, desferidos golpes nesse livro, mas os martelos se gastaram e a bigorna ainda está inteira. Se esse livro não fosse o livro de Deus, os homens teriam-no destruído há muito tempo. Imperadores e papas, reis e sacerdotes, príncipes e governantes, têm todos eles tentado destruí-la. Eles morrem e o livro sobrevive."

Recomendado! 

13 de novembro de 2012

14. A Ressurreição (com Gary Habermas) - One Minute Apologist

"E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé."
(I Coríntios 15:14)

10 de novembro de 2012

Devocionais [5]: Essência


Por Jocteel Salles

Guardamos muitas coisas... Guardamos dinheiro, guardamos lembranças, boas ou ruins, guardamos segredos, guardamos elogios, guardamos diplomas, medalhas e troféus, guardamos cartas, guardamos aquela música, aquele perfume, guardamos o número de telefone da pizzaria, guardamos o carro, a bicicleta ou o velotrol. Guardamos tudo o que é importante para nós. 

Provérbios de Salomão, capítulo 4, verso 23 diz: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida”. 

Por que diria isto o sábio rei Salomão?